ADENILDO LIMA nasceu em Colônia Leopoldina, Alagoas. Reside em São Paulo desde 1998. É escritor de literatura infantil, poeta, professor universitário e palestrante. É autor dos livros O mundo de Vinícius (2015), poema narrativo composto por cinco cantos e formado por 1600 versos; A parteira (2013), poema narrativo composto por quatro cantos e um pouco mais de 1500 versos, prefaciado por Isabel de Andrade Moliterno; Lobisomem pós-moderno (poesia, 2012), em parceria com o poeta Márcio Ahimsa, e do livro infantil O copo e a água (2009).
Para futuras publicações tem vários textos infantis e infantojuvenis, dois poemas narrativos prontos, centenas de poemas escritos, entre outros textos. E, em 2014, concluiu o Curso de Especialização em Gestão e Políticas Culturais, pela Universidade de Girona, Espanha, com cooperação da Cátedra UNESCO de Políticas Culturais, e realização do Itaú Cultural, São Paulo.
É graduado em Letras com licenciatura plena em português, inglês e respectivas literaturas (2008). Mestre em Políticas Sociais para o Adolescente em conflito com a Lei, com tema de pesquisa sobre Socioeducação e Mediação de Conflitos no Ambiente Escolar (2012).
Já fez diversas apresentações ao convite do SESC/SP, Prefeitura de São Paulo, Fábricas de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, entre outros lugares, envolvendo os temas sobre literatura, cultura, arte e mediação de conflitos no ambiente escolar.
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A região norte do estado e a zona da mata alagoana, deve se orgulhar muito de seus filhos, a cidade conhecida como “Terra da Princesa”, vive um momento de alegria, ao saber que sua história não parou com os antepassados. O município de Colônia Leopoldina, está em evidência quando o tema é literatura. São diversas obras e cada uma consegue retratar uma realidade diferente, muitas delas como forma de contar a história da própria cidade.
Mas hoje, o orgulho parece ter chegado a um patamar bem mais alto no mundo da literatura, já que um de seus filhos ilustres, que desde 1998 precisou se ausentar de sua terra natal em busca de realizar seus sonhos, vive hoje a expectativa de ser eleito para ocupar uma das cadeiras para a Academia Brasileira de Letras, o que independente do resultado, para os leopoldinenses, já é motivo de muito orgulho.
Ele disputará com outros 11 nomes, pela cadeira 37 da academia, numa eleição que acontecerá no dia 09 deste mês. A cadeira que foi de Ferreira Gullar pode ser ocupada por um alagoano de Colônia Leopoldina. O que se acontecer marcará ainda mais a história da cidade, que tem revelado vários talentos com bons escritores, poetas e doutores ao longo de sua história e na vida contemporânea.
Desde que se mudou para São Paulo, o autor leopoldinense tem consolidado com uma carreira acadêmica que lhe rende o reconhecimento. Dedicado aos estudos,  Adenildo Lima é graduado em Letras, além de outros dois diplomas universitário, inclusive como mestre. Ele leva em seu currículo uma carreira profissional, se tornando especialista em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona, Espanha.
O escritor e candidato a cadeira da Academia Brasileira de Letras,  já lançou quatro livros: “O copo e a água” (2009);  “Lobisomem pós-moderno” (2012); “A parteira” (2013) e sua última obra “O mundo de Vinícius” de 2015. Em seu blog ele faz comentários sobre esse momento que vive e fala sobre sua candidatura na ABL: “É claro que passa um filme por minha cabeça. Vêm imagens desde a infância ao momento atual. Eu sei da relevância que tem a Academia Brasileira de Letras. Concorrer à cadeira, que era ocupada por Ferreira Gullar, é uma honra muito grande para mim”. Frisou.
De acordo com o estatuto da ABL, para se candidatar a uma vaga para Membro da Academia, é preciso ter publicado obras de reconhecido mérito, que sejam literárias, ou não.